Alimentação

Carboidratos, proteínas, fibras, vitaminas...

Uma dieta saudável é essencial para manter

as saúde de nossos peixes

Rosana Ferreira

Para entendermos a necessidade alimentar do kinguio, precisamos saber de algumas particularidades do seu aparelho digestório.

Quando o alimento é ingerido, é triturado pelos dentes faringeanos (sim, kingiuos possuem dentes), depois passa pelo esôfago e em seguida em uma porção dilatada desse órgão que se liga ao intestino, portanto, os kinguios não possuem um estômago funcional. Isso resulta em muito pouco espaço para armazenar alimento. Desta maneira, o trânsito do alimento pelo aparelho digestório é rápido, resultando em um baixo aproveitamento na obtenção de nutrientes.

Por conta disso, a oferta de alimento deve ser fracionada em 3 a 4 vezes ao dia, mas em pequenas porções, a fim de permitir que sempre haja alguma fonte de fornecimento energético para o peixe. Sendo o kinguio um peixe onívoro, a composição da dieta deve abranger itens de origem animal e vegetal, mas como possui tendência a herbivoria, a ênfase deve recair sobre os alimentos de origem vegetal. 

 Foto: Mário Barros

Ração peletizada (pellets) constituem a base de uma alimentação saudável para seu kinguio, dê preferência a marcas estabelecidas no mercado que possuem dados como valor nutricional e os ingredientes utilizados em sua fabricação.

 Foto: Mário Barros

A escolha do alimento assim como a quantidade de vezes que irá alimentar seu peixe são fundamentais para a saúde de seu kinguio.

Rações

Todas as específicas para kinguios e Kois, priorizando as que afundam, evitando desta maneira que os peixes engulam uma grande quantidade de ar com as rações de superfície, fato que poderá ocasionar problemas de flutuação. Problema de mesma natureza pode ser causado pelo fornecimento exclusivo de rações secas, através da formação excessiva de gases. Rações a base de algas como spirulina e a base de alho são excelentes para aumentar a imunidade.

Outro ponto muito importante a ser observado é variar bastante entre elas, a fim de garantir que os peixes recebam todos os nutrientes e minerais que necessitam. É prudente também observar a porcentagem de extrato etéreo (gorduras) na composição da ração, sendo recomendável que seja entre 5 a 6%.

 Foto: Mário Barros

Os kinguios "fancy" que são as variedades mais arredondadas possuem uma pre-disposição maior a desenvolver problemas de flutuabilidade que seus parentes de corpo alongado, então é recomendado optar por rações que afundam. Rações que flutuam podem ser prejudiciais a longo prazo já que seu peixe vai ingerir ar sempre que for abocanhar a ração que fica boiando.

Vegetais

Ração em flocos assim como os pellets são uma rica fonte de alimentação para seus peixes, os flocos costumam se degradar mais rápido do que os pellets em contato com a água então atenção dobrada para não colocar muito de uma vez só.

 Foto: Mário Barros

 Kinguios descendem de carpas que na natureza possuem os vegetais com a base de sua alimentação. Sendo assim é importante incluir no cardápio de nossos peixes esse tipo de alimento rico em proteínas, fibras, vitaminas, minerais, entre outros. Na foto acima um Ryukin se delicia com um pedaço de alga de sushi. 

Vegetais são excelentes opções a serem oferecidas. A ervilha cozida é um importante item a ser adicionado ao cardápio, uma vez que previne o aparecimento das disfunções da vesícula gasosa e tem efeito laxante, devendo assim ser fornecida em pequena quantidade (costumo oferecer duas para cada kinguio adulto) em torno de três vezes na semana. Prefira adquirir aquelas vendidas em saquinhos, congeladas, a fim de evitar qualquer conservante. Cozinhe até que fique bem mole, retire a pele, corte em pequenos pedaços ou amasse antes de oferecer.

Brócolis e Couve Flor deve ser oferecidos cozidos. Plantas como Lentilha d’água e Salvínias também são bons petiscos. Folhas como Chicória, Agrião e Alga Nori também são bem-vindas, outras opções podem ser consideradas dependendo da aceitação. As opções cozidas devem ser fornecidas antes da TPA, uma vez que deixam partículas na água.

Frutas. Alguns criadores gostam de acrescentá-las ao cardápio dos kinguios, já outros não, então, não há um consenso em relação a isso. Banana, kiwi, maçã e mamão aparecem como as opções mais ofertadas, devendo ser oferecidas em pequenos pedaços. A banana em especial possui efeito laxante se dada bem madura e deve, portanto, ser oferecida em pequena quantidade. No entanto, se oferecida verde, tem efeito contrário.

Uma alimentação rica e

variada é essencial para a

saúde de nossos peixes

Ilustrações Cida Porto

Patês e alimento em gel

São feitos em casa, confeccionados com itens de origem animal e vegetal, cozidos e crus, batidos no liquidificador e depois misturados a gelatina sem sabor dissolvida em água ou Agar Agar. A mistura pode ser colocada em forminhas de gelo ou recipientes maiores e após resfriada, pode ser retirada das formas e guardadas em congelador, reservando-se somente a porção a ser oferecida.

 Fotos: Sergio Monteiro

Comidas caseiras em forma de gel ou patê são um ótimo complemento à dieta de seus peixes. Uma grande vantagem é saber exatamente quais os ingredientes utilizados em sua confecção e os peixes adoram. Embora existam criadores que alimentam seus peixes exclusivamente com suas próprias receitas chegar a um balanço correto de nutrientes e vitaminas pode não ser uma tarefa fácil, devido a isso as rações industrializadas são mais indicadas como a base da dieta de seu peixe.

Proteína animal

Deve ser oferecida com moderação, uma vez que possue grande quantidade de gordura. Insetos, larvas de insetos, artêmias, dáfnias e blood worms podem ser oferecidos desde que haja certeza de sua boa procedência, a fim de evitar a introdução de parasitas e bactérias nos aquários. Como maneira de prevenir esse risco, pode-se optar pelos congelados ou liofilizados. No caso dos primeiros, é preciso descongelar antes de oferecer, quanto aos liofilizados, alguns, por se apresentarem muito duros, necessitam de hidratação prévia. Recomenda-se oferecer uma vez na semana em pequena quantidade.

Basicamente, o ideal é oferecer uma alimentação bem variada, de boa qualidade e sem exageros, evitando assim que a qualidade da água fique comprometida.

 Foto: Mário Barros

Alimentos congelados como artêmias, daphnias, bloodworms, entre outros são uma alternativa cada vez mais popular entre aquaristas.

Benefícios do alho na dieta de seus kinguios

Fernanda Akiko

 Foto: Arquivo

Adicionar alho na dieta dos nossos Kinguios tem muitos benefícios. Porém há muitos mitos sendo compartilhados na internet sobre seu real poder. Aqui vamos ajudar você a saber mais sobre ele e ajuda-lo a manter seus peixes mais saudáveis com este simples aditivo. Ao caminhar pelo corredor da loja, você pode se sentir confuso e sobrecarregado com a grande variedade de suplementos disponíveis nas prateleiras. Observando mais de perto, você pode encontrar um item na prateleira que você pode se surpreender ao ver: O Suplemento de Alho. Ele já tem sido usado no aquarismo há um bom tempo, mas nos últimos anos se tornou muito popular entre os aquaristas como remédio, para uso como estimulante de apetite e para aumentar a imunidade. Há muitos rumores sobre a relação entre alho e peixes, então vamos aprender os fatos antes de usá-lo no seu aquário. SUPLEMENTOS NUTRICIONAIS QUE CONTÉM ALHO. Seus peixes podem não obter todos os nutrientes necessários que precisam para uma boa dieta, com certas rações. Então é recomendável que você forneça suplementos a eles.

O alho é um alimento poderoso, auxilia no fortalecimento da imunidade do peixe, é um antibiótico natural, auxilia no combate a diversos parasitas e além de tudo os peixes adoram.

O alho na forma líquida, pode ser muito benéfico para eles, além de ser muito fácil de administrar. Muitos suplementos de alho são completamente orgânicos e contém uma variedade de outras vitaminas e minerais, além do próprio alho. Esse tipo de suplemento pode ajudar a estimular o sistema imunológico e também aumentar o apetite de certos Kinguios que são enjoados com alguma marca de ração ou até mesmo algum que esteja meio pra baixo, doente. A dosagem desse tipo de suplemento, geralmente é em torno de 1 colher de chá por 100 litros, mas sempre verifique as instruções de uso no rótulo do produto. TRATANDO DOENÇAS COM ALHO. Há uma série de rumores circulando no aquarismo, sobre a capacidade do alho tratar uma variedade de doenças em peixes de água doce e salgada. Poucos estudos científicos foram realizados, no entanto muitos entusiastas experientes concordam que, embora oferecer alho pode ajudar a tratar algumas doenças e promover a recuperação de certas condições, ele NÃO CURA A DOENÇA.

Em um estudo feito pelo renomado criador de Discus, Jack Wattley, peixes infectados com parasitas receberam alimentos embebidos em alho por um período de seis semanas. Após esse período, descobriu-se que menos parasitas estavam presentes nos corpos dos peixes e que eles recuperavam parte de seu apetite, consumindo avidamente os alimentos embebidos de alho. Embora haja rumores de que o alho ajude a tratar outras doenças, como o ictio, há poucas evidências que apoiem essa afirmação. Existem várias maneiras de preparar o alho, o método que você usa pode depender da finalidade pretendida. Se você estiver usando alho como um meio de estimular o apetite de seus peixes, é melhor usar o óleo do alho para revestir a comida em vez de oferecer pedaços de alho em si. Para fazer isso, pique os dentes de alho e esmague os pedaços, espremendo bem para retirar o suco, basta deixar a ração de molho nesse líquido e oferecer aos peixes logo em seguida. Você também pode encontrar óleo de alho orgânico em lojas de produtos naturais, ao invés de fazer o trabalho sozinho.

Como é o caso de qualquer suplemento, é aconselhável evitar a dosagem excessiva. Se for usar o suplemento industrializado, siga cuidadosamente as instruções de dosagem. Você também pode procurar por rações específicas que contém uma porcentagem grande de alho em sua composição. É interessante oferecer esse tipo de ração pelo menos três vezes na semana. Tenha em mente que o alho não vai curar sozinho seu peixe, mas sim, em combinação com medicamentos ou outros tratamentos, vai ajudar a manter seus peixes saudáveis. Embora possa não ser uma cura para a doença, o alho certamente será uma adição benéfica a uma dieta bem equilibrada em seu aquário. ADICIONANDO ALHO EM ALIMENTOS CASEIROS. Algumas rações industrializadas não fornecem nutrição completa para os peixes, por isso muitas pessoas optam por fazer seus próprios alimentos. Fazer sua própria comida, pode ser muito fácil e é uma ótima oportunidade de adicionar suplementos nutricionais como o alho. Alguns dos ingredientes populares de comida caseira para peixes podem incluir camarão, peixe, spirulina, legumes frescos. Adicionar alho à mistura pode tornar a sua comida caseira mais apetitosa e palatável. Para adicionar o alho é simples, basta colocar alguns dentes de alho descascados e bater tudo junto com os outros ingredientes.

A IMPORTÂNCIA DA PROTEÍNA NA DIETA DO CARASSIUS AURATUS

Marcondes Ribeiro Rocha

Creio que grande parte dos aquaristas, desde os profissionais aos amadores sabem e/ou presumem sobre a importância da ingesta de proteína na dieta de seus peixes. Um fato inegável e que não podemos refutar é que as proteínas são de fundamental importância para a sobrevivência e manutenção saudável dos seres vivos. As proteínas são compostas por uma estrutura básica de aminoácidos e sua diversidade depende significativamente dos arranjos e proporções dessa estrutura. No contexto da aquariofilia, mais precisamente no que se refere às rações de nossas faunas, as taxas nutricionais exigidas para as diversas espécies ainda são baseadas em dietas produzidas para uma piscicultura mais comercial voltada para o abate. Isso pode vir a acarretar importantes desequilíbrios orgânicos e déficits nas diversas fases ao longo dos variados estágios de desenvolvimento dos peixes ornamentais, além de provocar também no meio aquático alterações nos padrões físico-químicos, trazendo desarranjos que causem malefícios aos peixes. Nos dias atuais é conhecido que dependendo de cada estágio de desenvolvimento e das espécies em questão, as taxas nutricionais devem seguir um padrão específico e apropriado. Infelizmente, o número de pesquisas e experimentos dentro do âmbito de dietas produzidas exclusivamente para as mais variadas espécies de peixes ornamentais seguem em velocidades tímidas e vagarosas comparado com os avanços científicos e tecnológicos dos demais segmentos do mesmo mercado de peixes ornamentais.

Assim como nos seres humanos, os peixes possuem proteínas distribuídas pelos principais tecidos e órgãos e através de mecanismos que buscam sempre a homeostase, elas são restituídas por meio de dois processos: anabolismo e catabolismo. O primeiro é responsável pela síntese de proteínas e o segundo pela quebra delas. Em nossa espécie, os aminoácidos que não são utilizados por nossos organismos são descartados e em meio a esse processo ocorre a extinção do grupo amino, liberando amônia como produto final, que também para nós, assim como nos peixes, é extremamente tóxica. Para contrapor essa toxicidade ela é convertida em um composto não nocivo denominado ureia, sendo por fim excretada através da urina. Explicando de maneira bem resumida, em grande parte dos peixes, a amônia é transportada 

Foto: Mário Barros

Gema de ovo de galinha cozido é uma ótima e acessível fonte de proteínas para alevinos de kinguio. Embora criadores do mundo inteiro recomendem a utilização desse alimento é importante mencionar que ele se decompõe rápido na água e que uma pequena tpa para retirar os resíduos após os peixes se alimentarem é vital para manter a qualidade da água.

 Foto: Sergio Monteiro

Larvas de tenébrio são facilmente encontradas em petshops e muito populares entre entre entusiastas que criam aves, répteis e peixes, Embora seja uma rica fonte de proteínas possui um alto teor de gorduras e não deve ser utilizado com frequência. 

como glutamina até as brânquias e convertida à amônia (por meio de uma enzima chamada glutaminase) e a glutamato (aminoácido que tem a capacidade de perder sua estrutura básica mediante um processo chamado de desaminação, resultando no final do estágio a amônia). Somente depois de toda essa etapa é que ela será eliminada por processo de difusão para o meio aquoso. 

As proteínas são a segunda maior porção dos corpos dos peixes, com um percentual variando de 15 a 20% de seu peso bruto, ficando atrás apenas do composto água. Basicamente os peixes se alimentam com o propósito de manter seus níveis de energia sempre em bons padrões, por essa razão as dietas devem ser formuladas seguindo um critério de equilíbrio entre energia/proteína. Dietas com taxas desequilibradas podem estimular o aumento da excreta de amônia no ambiente aquático; dietas com excesso de energia e baixa ingesta de proteína podem ocasionar acúmulo de gordura corporal e visceral em várias espécies; já em contrapartida, dietas com déficits de energia podem acarretar em deterioração proteica, ocasionando baixos índices de conversão alimentar e aumento do custeio de produção.

Devido a um resumido número de artigos e pesquisas publicadas que recomendem as taxas adequadas para as mais variadas espécies de peixes ornamentais, ainda não temos parâmetros mais sólidos que possam nos servir de bases comparativas para essas vertentes. De uma forma mais abrangente encontramos valores girando em torno de 45% de proteína para fase larval, 30 a 40% de proteína para alevinos e juvenis e 20 a 25% de proteína para peixes na fase adulta. Uma pesquisa publicada por Cristielle et al. sobre a relação energia/proteína em alevinos de kinguios se assemelharam ao trabalho produzido por Bandyopadhyay et al. (2005) em segmento semelhante. As duas pesquisas sugerem um percentual adequado na fase de alevinagem girando em torno de 40 a 45% de proteína bruta (PB), dentro desses parâmetros há um melhor aproveitamento do alimento, resultando em melhores índices de desenvolvimento. Em outros estudos, como Goldfish (Carassius arautus), constatou-se que em estágio larval o kínguio necessita de 53% de PB. 

Ilustração Cida Porto

Muitos vegetais e algas como o Nori (alga de enrolar sushi) possuem mais proteínas que muitas carnes e peixes como kinguios e carpas adoram essa rica fonte de nutrientes.

Ao escolher sua ração consulte na tabela de valor nutricional qual a porcentagem de proteína que pode variar muito entre diferentes marcas

A unidade padrão para medir a energia dos alimentos é a caloria (cal) e seus múltiplos, como quilocaloria (Kcal), megacaloria (Mcal), etc. Já a PB é medida em percentual de alimento ingerido. Geralmente devemos nos atentar para o consumo diário do que necessita nossos peixes. Como já mencionado no texto, pesquisas mais profícuas a respeito das taxas ideais para espécies em particulares de peixes ornamentais ainda é um campo pouco explorado dentro do contexto da aquariofilia. Fazendo um pequeno comparativo em relação aos valores encontrados em outras pesquisas que envolvem o tema abordado aqui, percebemos que os níveis de proteína exigidos para os kínguios são um pouco acima das demais espécies. Esse fato poderia estar relacionado ao seu aparelho digestivo diferenciado. O processamento de nutrientes no intestino do Carassius auratus é bem peculiar. Suas funções variam ao longo de seu comprimento (duas vezes o comprimento do corpo, mas isso seria um tema para ser abordado em um outro momento). As proteínas são absorvidas na última porção do intestino, denominada de intestino caudal. Esse fato se dá pelo motivo de que devido ao kínguio não possuir um estômago funcional como das outras espécies, não sobra muitos espaços para que o alimento seja armazenado. Por isso devemos sempre estar atentos em oferecê-los uma dieta de boa qualidade, sendo rica, equilibrada e variada em nutrientes; a oferta da ração deve preferencialmente ser em pequenas porções e em intervalos de pelo menos três vezes ao longo do dia. Ao comprarmos rações para nossos peixes, a observâncias dos rótulos das embalagens deve ser uma prática corriqueira se quisermos ter a certeza de que nossa fauna está recebendo uma dieta apropriada para a espécie e suas respectivas fases de desenvolvimento.

Bibliografia:

BANDYOPADHYAY, P.; SWAIN, S.K. & MISHRA, S. Growth and dietary utilisation in goldfish (Carassius auratus Linn.) fed diets formulated with various local agro-produces. Bioresource Technology, v. 96, p. 731–740, 2005. 
BARD, J. J.; ISHIDA, F. A.; BOSCOLO, W.R.; FEIDEN, A.; SIGNOR, A.; SIGNOR, A. A. Digestible energy for Nile tilapia (Oreochromis niloticus) fingerlings. R. Bras. Zootec. vol.35 no.3 Viçosa May/June 2006.
BLOM, J. H.; DABROWSKI, K. Reproductive success of female rainbow trout (Oncorhynchus mykiss) in response to graded dietary ascorbyl monophosphate levels. Biology of Reproduction, Champaign, v. 52, p. 1073-1080, 1995.
CONNELLY, J. The Goldfish Digestive System. Solid Gold, 2012.
KAAN, H. W.; MCVAY J. A. The Digestive Tract of Carassius Auratus. The Biological Bulletin, v. 78, n. 1, fev. 1940.
SANTOS, F. W. B. Nutrição de Peixes de Água Doce: Definições, perspectivas e avanços científicos. DEP/CCA/UFC.
SOUTO, C. N.; LEMOS, M.V.A.; BRAGA, W. F.; ARANTES, T. Q.; MOTA, C.S.; ARAUJO, J. G.; GUIMARÃES, I.G. Relação Energia: Proteína em Dietas para Alevinos de Kinguio (Carassius auratus). Universidade Federal de Goiás, 74000-000.
YANONG, R.P.E. Nutrition of ornamental fish. Husbandry and Nutrition, Montreal, v.2, n.1, p.19-41, 1999.
http://lescanjr.blogspot.com.br/2008/08/i-alimentao-e-nutrio-de-peixes.html
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/nutricao/metabolismo-das-proteinas/39537
https://www.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/direito/conceitos-para-formulacao-de-racao-medicao-de-nutrientes/2509

https://modestfish.com/best-goldfish-food 

Kunii, Eduardo Miyamoto Fukanoki, (Dissertação de Mestrado). Frequência alimentar e taxa de alimentação para Kinguio criado em hapa : desempenho produtivo e avaliação econômica / Eduardo Miyamoto Fukanoki Kunii  2010.

Ribeiro, PAP,  Melo, D.C, Costa, L.S e Teixeira, E.A.  Manejo Nutricional e Alimentar de Peixes de Água Doce., 2012.

http://www.happy-goldfish.com/blog/goldfish-digestive-system/

Foto: Mário Barros